Depois de meses...

Published by Joel David Rodrigues under on 10:30
... lá acabei as alterações e construções, espero que esteja tudo do vosso agrado.

É a crise, o gajo não me pagava e eu, empreiteiro da construção civil, não arranjei os materiais necessários para o fim das obras. Agora tenho de arranjar qualquer coisa que esteja mal, destruo e faço de novo, perpetuando o meu trabalho/emprego e, dessa forma, o meu ordenado. Viva!

Mantenham-se atentos porque eu tenho dois posts preparados e já escritos, em papel. Sendo apenas necessário passa-los para computador.

Abraços e beijinhos!

Remodelações

Published by Joel David Rodrigues under on 19:38
Tal como o título indica, estamos em mudanças. De visual.

Estou a trabalhar no html e na parte gráfica, embora tenha como base uma template já feita.

Beijinhos e abraços da administração.

Oh, Rain

Published by Joel David Rodrigues under on 18:46
Rain
Endless stream falling down
Wash away the pain
And let the worries drown.

Oh, Rain
I wish to be like you
From the world drain
All that I am due.

Please, Rain
From the high blue sky
Paint this vast green plain
With colours like a deep cyan eye.

I ask you, winter Rain
At once come to me
Take the sky, the sun and the pain
So I am free, free to be.

Thank you, oh Rain,
My way is now rather clear
For I live not in vain
Past memories are not gone, my dear
Yet, no longer here, they wane.

Towards her my arm I rise
From her eye I sweep a tear
And, sweetly, swiftly, a movement unwise
Her lips I taste, with mine.


I thank you, Rain
For this moment lost in time.
 
9 April 2009

Hoje descobrir que ainda não tinha posto este poema. Dado o facto de não ter posto aqui nenhum poema há uns meses, deixo este aqui. Mil perdões a quem não perceber inglês.

Com este post, queixo-me também da inexistência de chuva neste diz-que-é-Inverno. Maior mentira de todo o sempre! QUERO CHUVA!

David Rodrigues

Ano novo...

Published by Joel David Rodrigues under on 16:57
... vida igual. Sejamos honestos, dizemos sempre que vai mudar e nunca muda, dá trabalho!

Como a minha querida Freya ficou encarregue do Natal, eu fiquei do ano novo.

Ora, o ano foi demasiado preenchido p'ra estar a fazer uma lista de coisas, vou apenas deixar uma mensagem.

Espero que 2011 tenha tido um saldo, relativamente, positivo, depois do balanço de felicidade/infelicidade, e que 2012 seja ainda melhor...

... Não vai ser, porque o mundo vai acabar. Tough luck, bros (and sisters). WE ARE DOOMED! Mas enquanto não acabar, cá estamos e por cá havemos de ficar!



Abraços, beijinhos, e boas entradas.

Da querida administração,
David e Freya

Nuzes de Latal :)

Published by Freya under on 03:09
Há um ano que fui convidada a participar neste blog. E, num ano, tanta coisa que mudou! Não vale a pena falar nisso agora - é inevitável no fim de cada ano que termina fazermos uma reflexão sobre os 365 dias que passaram, sobre o que fizemos, o que não fizemos e, pior, o que devíamos ter feito.

Temos crise, temos problemas, temos o novo acordo ortográfico, impostos, TDT, temos um 2012 à porta que diz que vai ser o pior ano de sempre no nosso país à beira mar plantado (e para os Maias - não os do Eça - o último ano de sempre... a ver vamos)

Tenhamos, sempre, esperança.





Merry Christmas, folks!




Night Gathers

Published by Joel David Rodrigues under on 21:56
Night gathers, and now my watch begins. It shall not end until my death. I shall take no wife, hold no lands, father no children. I shall wear no crowns and win no glory. I shall live and die at my post. I am the sword in the darkness. I am the watcher on the walls. I am the fire that burns against the cold, the light that brings the dawn, the horn that wakes the sleepers, the shield that guards the realms of men. I pledge my life and honor to the Night's Watch, for this night and all the nights to come.

O que acabei de transcrever é o juramento da Night's Watch na série de livros Song of Ice and Fire, e na série de TV Game of Thrones.

Tenho uma empatia por essas palavras. O acto de abdicar de tudo para proteger o mundo dos homens, por muito hipócrita e caótico que ele seja, no qual os fortes e sem escrupulos derrotam e devoram os fracos e honrosos. Estes são, ou deviam ser, os guardiões. No entanto, põe-se-me uma questão.

Quis custodiet ipsos custodes?

 Quem guarda os guardiões? Quem vigia os vigias?
Há umas semanas assisti a cargas policiais à frente da minha faculdade, relatos de amigos que não têm, nem nunca tiveram, atitudes ofensivas/agressivas contra um dos polícias e, não obstante, levaram ou quase levavam, por tabela.

Se quem nos devia proteger nos ataca, quem devemos chamar para nos proteger?

Férias

Published by Joel David Rodrigues under on 19:41
Com as férias já quase que acabadas, posso dizer que foram umas semanas excelentes.
Desde rever amigos que não via há muito tempo, passar tempo com a senhora dona Freya, melhor namorada não há, já agora, jogar videojogos e andar na net para passar o tempo.

É verdade, fiz muita coisa. O que não fiz? Escrever. Parece que este Verão me desleixei um bocado nessa parte e, por isso, peço desculpa. Voltarei a escrever assim que puder.


Ah, outra coisa, finalmente arranjei o meu primeiro instrumento de música, um bandolim. Agora é aprender a toca-lo e sou o gajo mais fixe do mundo.

Foi só um post para aparvoar um bocado, volto mais tarde com coisas mais sérias.

Beijinhos e abraços.
 

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"Em qualquer aventura,
O que importa é partir,
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Miguel Torga, Viagem in Câmara Ardente

"Sem a Loucura que é do Homem
Mais que besta sadia,
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Fernando Pessoa, D. Sebastião in A Mensagem

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